Open/Close Menu Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.
cisto de bartholin
É importante conhecer o seu corpo! Por isso, a profissional trouxe explicações sobre o problema de Cisto de Bartholin, onde ocorre e como tratarShutterstock
Se você nunca ouvir falar sobre esse problema, pode ficar tranquila. Poucas pessoas conhecem ou sabem explicar o que é a glândula de Bartholin, local onde surge o cisto com o mesmo nome. Esse incômodo não é muito comum de acontecer, mas caso aconteça é importante informar-se sobre o que é e o que fazer nessas situações. Para te ajudar, conversamos com a ginecologista Dra. Carolina Ambrogini que tirou dúvidas sobre o assunto.

Entenda o que é o cisto de Bartholin

O problema é relacionado a duas glândulas do corpo feminino, chamadas de Glândulas de Bartholin, responsáveis por lubrificar a região. Elas se localizam na parte lateral à entrada da vagina. O cisto de Bartholin vem a ser o problema nesse local. “Pode acontecer de formar rolhas de muco que entopem o ducto da glândula, ocasionando o acúmulo de secreção”, explica a médica.

Quais problemas o cisto pode causar?

Nos casos em que o cisto se mantém pequeno, pode não apresentar incômodo e problemas. “Caso ele aumente, gera um abaulamento na região que pode ocasionar incômodos ao usar roupas justas e para ter relação sexual”, destaca a ginecologista. Além disso, a profissional ressalta as situações de infecção do cisto. Nesses quadros é gerado a bartholinite aguda, que é um abscesso. Ela provoca uma grande dor e é necessário que seja esvaziado com urgência para aliviar o incômodo

Conheça os tratamentos para o cisto de Bartholin

Primeiramente, a Dra. Carolina explica que com os cistos pequenos, de até 2 centímetros, e sem infecção, é possível seguir com a conduta expectante. “Já para o cistos maiores, é recomendado a retirada cirúrgica”, completa ela. Entretanto, as pacientes que apresentam abscesso ou infecção recomenda-se o uso de antibióticos e esvaziamento deste, se necessário. Assim, com a local tratado, é feita a retirada da glândula, o que não trará nenhum prejuízo para a lubrificação vaginal.


O artigo acima foi escrito originalmente para o site Só Delas.

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