Open/Close Menu Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.

Este assunto daria um livro!
Como também não sou psicóloga não é minha intenção escrever sobre todas as nuances do relacionamento de um pai e sua filha. No entanto, como especialista em sexualidade feminina não posso deixar de falar desta  importante influência e de alguns padrões que se repetem com frequência.
O pai é a primeira referência da figura masculina e a que mais vai ficar gravada no inconsciente da menina. Por isto esta relação é preciosíssima! Todos os outros homens serão, de alguma forma, marcados por estas primeiras impressões. Vale lembrar que se a criança não tem pai, ter uma figura masculina por perto é importante para a construção desta imagem.
Se o pai é violento ou agressivo, os homens também serão e a mulher não se “entrega” de verdade a ninguém, até para se proteger. São as que tem dificuldade de estabelecer vínculos de confiança e medo dos homens. No projeto Afrodite, temos muitos casos de pais alcoolátras e o efeito na sexualidade das filhas é davastador.
 Se o pai traiu a mãe, todos os outros homens serão cafajestes e o famoso “homem não presta” vira lei, principalmente quando a mãe não mede esforços para construir esta imagem.
 Por outro lado, se o pai é superprotetor, a mulher se torna a eterna “menininha” do papai e tem dificuldade de aflorar sua sensualidade na vida adulta.

A relação entre pai e filha é saudável quando existe afeto, contato, limite, troca. É construída aos poucos, a partir do nascimento da criança e, para isto, é importante que a mãe abra espaço,  aceitando (sem muitas críticas) a maneira masculina de “cuidar”. E vale a pena ser observadora de uma história de amor tão linda e eterna!

2020 © Carolina Ambrogini

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