Open/Close Menu Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.
método contraceptivo 100% eficaz

Nenhum método contraceptivo é 100% eficaz, nem mesmo a laqueadura e a vasectomia! No entanto, existe uma gama de métodos contraceptivos atualmente disponíveis que possuem a eficácia muito elevada.

A pílula anticoncepcional, um dos métodos contraceptivos mais utilizados no mundo, possui uma taca de falha de 0,3% se usada perfeitamente, ou seja, se for tomada todos os dias no mesmo horário e se não sofrer interferência de outros fatores, como vômito, diarreia e interação com alguns medicamentos. Nesses casos, sua taxa de falha aumenta para 9%. Já os outros métodos de curta duração, como a injeção, o adesivo, o anel e o diafragma, são métodos eficazes e que dependem da administração da mulher ou de um profissional da saúde. As taxas de falha são de 6% para a injeção, 9% para a pílula, 9% para o anel e 12% para o diafragma.

Os métodos contraceptivos de longo prazo, como os DIUs (hormonal e de cobre) e o implante, são métodos mais eficazes por não dependerem da memória da mulher. Uma vez inseridos por um médico, a eficácia contraceptiva será preservada por um período de tempo que pode variar de 3 a 10 anos, dependendo do método escolhido. Suas taxas de falha são de 0,2% para o DIU hormonal, 0,8% para o DIU de cobre e 0,05% para o implante.

Não podemos nos esquecer da camisinha, que também é um dos métodos mais utilizados no mundo. Por depender da administração da usuária, a camisinha masculina possui uma taxa de falha de 18% e a feminina de 21%, mas lembre-se: esses são os únicos métodos contraceptivos que protegem contra DSTs e devem ser usados em associação com outros métodos.
Para saber qual é o método contraceptivo mais indicado para você, consulte seu médico ginecologista. Só ele poderá avaliar seu caso e indicar sua melhor opção.

Fonte:
Trussel J Contraceptive Methods Failure in the United States. Contraception 2011;83:397-404.

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