Open/Close Menu Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.
   Estava eu no salão folheando as revistas de fofocas típicas do lugar e me deparo com a foto do casamento real no Butão. Não são lindos? Segundo a revista, ele é o jovem príncipe do Butão e ela é estudante, jogadora de basquete e pintora. Além disto, é igual a Kate, uma plebéia.
   Antigamente, os casamentos, de todos os tipos, eram acordos de família. Pouco importava o sentimento dos noivos entre si. Se uniam por conveniência e não por amor. As mulheres eram “prometidas” desde a infância para determinado marido e com ele se casavam, cada uma cumprindo a sua sina. Os príncipes e princesas então, coitados, eram obrigados a casar de acordo com o interesse de seus reinos. Para quem não assistiu ao filme “Maria Antonieta”, recomendo. 
  A foto acima retrata a mudança dos tempos. Até nos países orientais, que são, em geral, mais conservadores, as uniões são guiadas pelo afeto. E a nova princesa tem profissão! Aleluia!!
   No entanto, ao seguir em frente na revista e lendo as “notícias”, percebi que as relações atuais estão se tornando um tanto descartáveis. Nestas revistas, todo o histórico amoroso dos famosos é descrito. Por exemplo: “Ciclano, idade, está agora muito feliz com sua amada Beltrana, idade, que está radiante com sua gravidez! Eles se conheceram em NY há 5 meses e foi amor a primeira vista!Ciclano já é pai de Ciclaninha, idade, da sua relação anterior com Maria de Tal, idade, e de Ciclaninho, idade, do seu segundo casamento com Joana de Tal, idade. Já Beltrana tem a sua herdeira, Beltraninha, idade, de casamento com Zé de Tal, idade, que durou 3 anos.” Mesmo assim, acho estas futilidades tem sua vez na hora de “pensar em nada” e, por isto, leio. Só que desta vez, pensei! 
   Se antes, os casamento eram instituições sólidas, para a vida toda, agora são voláteis. Será que é o sentimento que acaba ou é a tolerância que anda pequena demais? Sim, porque quando o calor da paixão diminui e a real pessoa aparece do outro lado, percebemos que contos-de fadas não existem. 
  E onde vai parar o amor para suportar as diferenças, para aguentar o mal-humor do outro, para compreender opiniões divergentes?
   Minha gente, casamento é coisa muito difícil, se formos pensar de forma prática: duas pessoas com personalidades, educação, conceitos, etc diferentes que fazem (enormes) expectativas com relação ao outro e que tem que conviver juntos diariamente. Construir uma vida em comum, criar e educar filhos, pagar as contas, lavar a louça, ter tesão…
   O segredo para dar certo? Não sei, estou tentando descobrir, mas algumas palavras tem dado certo pra mim: tolerância, compreensão, paciência, concessão, individualidade, contar até mil, terapia e muito, muito amor. E não dá pra querer parar de brincar de princesa na primeira dificuldade, tem que ter persistência. E brilho no olhar.

Desejo muito amor e solidez a eles!

   E aí? Topas?
 Bjs,
P.S. Não poderia deixar de comentar a fofoca : Dado Dollabela, o pegador, que já foi processado por Luana Piovani por agressão (foi condenado a pagar 2anos e 9 meses de prisão, mas recorreu), tem dois filhos com duas mulheres diferentes (um com 1 ano e 9 meses e o outro com 1 ano e 10meses!!) e que é obrigado a manter não sei quantos metros de distância da ex-mulher está de romance com não-sei-quem e será novamente papai!!! Estão juntos há poucos meses e ela já está grávida!! Esta não vai poder reclamar depois. E camisinha, pra quê?
 Desculpa, mas eu tinha que comentar!!
   
   

2020 © Carolina Ambrogini

Website gerenciado por Meu Consultório Digital

Siga-me nas redes sociais
InstagramWhatsApp