Open/Close Menu Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.

Uma pesquisa realizada recentemente pela UniCarioca, a pedido do jornal O Globo, no Rio, constatou que 53% fizeram sexo sem camisinha sempre ou diversas vezes no último ano. Além disso, 88% dos entrevistados (a amostra contou com 1.074 pessoas, de 18 a 29 anos) aceitariam ter um relacionamento com um parceiro que não queira usar preservativo, sendo que 38% admitem fazê-lo sempre ou com certa frequência.

Às vésperas do Carnaval, os dados são alarmantes. Pois os preservativos, não custa lembrar, têm duplo efeito protetor: contra as gestações indesejadas e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como sífilis, candidíase, herpes genital, gonorréia e, a mais grave, AIDS. Vale ressaltar que embora a doença tenha apresentado uma queda de 35% no número de novas infecções no mundo, por aqui houve uma estimativa maior do que o previsto em 2000 pela UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS). Naquela época, calculava-se que o Brasil teria entre 29 a 51 mil casos de HIV, dados que, na última análise, ficaram entre 31 a 57 mil.

E o simples uso de camisinha, que costuma ser distribuída gratuitamente em diversas festas populares ao longo do feriado, é eficiente contra tudo isso – e deve ser usada até mesmo durante o sexo oral. Então, nesse Carnaval, divirta-se e transe muito! Mas não se esqueça do preservativo, combinado? #UseCamisinha

PS. Quando o relacionamento ficar sério, se o casal optar por outro método contraceptivo, ambos devem fazer exames de sangue preventivos (não custa ter certeza de que está tudo bem, né?) antes de ter relações sexuais sem camisinha e, novamente, após seis meses. A partir daí, a recomendação é que eles sejam repetidos uma vez ao ano.

2020 © Carolina Ambrogini

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